Murmúrios de Samhain

Posto um poema muito antigo de uma grande amiga.
Então que agora, eu caminho para um celebração espiritual muito querida e específica…os post tenderão mais por esses “climas” até lá.

Não desdenhes de Mim, alma profana
E muito menos te atrevas Me fitar
Doma em ti o estupor da fúria insana
Para que possas merecer o Meu olhar.
 
Destrói o ego que corrói tuas fétidas entranhas
E te mergulha, alma negra, na mais plena escuridão.
Ao aço frio da Minha espada te expõe, ó Norne estranha
Pois só então te farás digna da Minha compaixão.
 
Sufoca em ti este veneno letal da vil soberba
Que te corrompe, alma aflita, e te conduz à perdição
E que permite revelar-Me o quão nefasta és então.
 
Abre os portais da tua essência para a humildade sincera
E te permitas  que entre  luz neste tão pétreo coração
Para que Eu possa ofertar-te dons, clemência e proteção.

(SunFlowersFaery – Março 2006)

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