Arquivo de Dezembro, 2010

Christmas

Posted in dia_a_dia, Reflexões on Dezembro 23, 2010 by lapicta

Pois então que o ano do calendário Juliano está chegando ao final…e eu, como sempre, não estou em clima de Natal (acho que é coisa de gente que faz aniversário perto da data).

Tudo caminhou bem e como deveria ser, afinal, a vida sempre segue seu curso normal: eu recebi muitas bênçãos, abandonei o que não era mais para estar em meu caminho,
sorri, chorei, fiz amigos, mudei de direção, segui meu curso, subi montanhas, desci cachoeiras e assim sigo…no remanso das águas (ora calmas, ora turbulentas).

Aprendi tanto e em tantos aspectos nesse ano que passou…rejuvenesci em tantos pontos como também envelheci muito em questão de semanas…murchei, morri, me podei
e floresci, como manda a Mãe Natureza.

Certos entendimentos caíram em mim como canivetes assim como outros me sopraram a fronte como brisa fresca, e eu me sinto muito, mas muito grata por tudo que sou e que
tenho ao meu redor, assim como desejo melhorar como pessoa e ser alguém que sempre se transforma…em alguém melhor, ter mais e mais maturidade de alma onde seja
necessário bem como voltar a ser criança onde tenha envelhecido e precise de inocência.

Tudo o que vivi e senti não é passível de ser escrito (seja por minha incapacidade ou por fazer parte do mundo dos sentimentos inonimados) mas fazem parte do meu mundo de dentro…aquele que todos nós temos.

Que sejamos sempre merecedores do que nos ocorre – coisas boas ou ruins – e que possamos ter o discernimento de entendê-las, aprender com elas… e se acaso vierem as
que não temos o entendimento, que então tenhamos humildade de esperar o tempo certo de entendê-las…mas principalmente que mantenhamos a dignidade e auto-referência de
quem somos – sempre e sempre – pois quando não resta mais nada, temos a nós mesmos e precisamos disso para saber para onde se voltar.

Só tenho a desejar que o calendário que se inicia seja novamente repleto de acontecimentos que me façam ir adiante (faça chuva ou faça sol), para mim e para todos nós!

Meus desejos:

“… Procure os seus caminhos,
mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!”
(Fernando Pessoa)

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Terremotos

Posted in Reflexões on Dezembro 6, 2010 by lapicta

Terremotos

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.
Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida. O que fazer?
Exatamente o que disse o General: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso “sepultar” o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado. Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no “cuidar dos vivos”. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é “a mestra da vida”. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
Pense nisso.

(Autoria Desconhecida)

Björk – Earth Intruders

Posted in Ecologia, Músicas on Dezembro 3, 2010 by lapicta

Earth Intruders

We are the earth intruders
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
Turmoil! carnage!
Here come the earth intruders
We are the paratroopers
Stampede of sharpshooters
Comes right from voodoo
With our feet thumping
With our feet marching
Grinding skeptics into the soil
Shower of goodness
Coming to end the doubt pouring over
Shower of goodness coming to end
We are the earth intruders
We are the sharp shooters
Flock of parashooters
Necessary voodoo
I have guided my bones
Through some voltage
And loved them still
And loved them too
Metallic carnage!
Feriocity!
Feel the speed!
We are the earth intruders
We are the sharp shooters
Flock of parashooters
Necessary voodoo
There is turmoil out there
Carnage! rambling!
What is to do but dig
Dig bones out of earth
Mudgraves! timber!
Morbid trenches!
Here come the earth intruders
Stampede of resistance
We are the canoneers
Necessary voodoo
And the beast
With many heads
And arms rolling
Steamroller!
We are the earth intruders
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
(forgive the strike)
We are the earth intruders
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
We are the earth intruders
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
Marching
We are the earth intruders
Muddy with twigs and branches
Marching
March
March
March

Invasores da Terra

Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
Tumulto! Carnificina!
Aí vêm os invasores de terra
Nós somos os pára-quedistas
Estouro dos atiradores
Vem direito do vudu
Com nossos pés batendo
Com nossos pés marchando
Enterrando esqueletos no solo
Ducha de bondade
Vindo para encerrar a dúvida que transborda
Banho de bondade vindo para encerrar
Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os atiradores certeiros
Rebanho de pára-quedistas
Vudu necessário
Eu guiei meus ossos
Por certas voltagens
E ainda os amei
E também os amei
Carnificina metálica!
Ferocidade!
Sinta a velocidade!
Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os atiradores certeiros
Rebanho de pára-quedistas
Vudu necessário
Há um tumulto lá fora
Carnificina! Rolando!
O quê há para fazer senão desenterrar
Desenterrar ossos da Terra
Covas de lama! Madeira!
Trincheiras mórbidas!
Aí vêm os invasores de terra
Estouro da resistência
Nós somos os canhoneiros
Vudu necessário
E a besta
Com muitas cabeças
E braços rolando
Rolo compressor!
Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
(Perdoe esse ataque)
Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
Nós somos os invasores da Terra
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
Marchando
Nós somos os invasores da Terra
Enlameados com ramos e galhos
Marchando
Marche!
Marche!
Marche!

Björk – Náttúra

Posted in Ecologia, Músicas, Reflexões on Dezembro 3, 2010 by lapicta
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